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Mãe-Galinha

Amigas fofinhas

23.03.16

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Todas as manhãs, com mil cuidados :-), agradeço por ter a querida Ferny na minha vida.

Gosto dela com uma estranha forma de gratidão. Sinto que apareceu na minha vida com um propósito que vou descobrindo a cada gesto.

 

(e do nada, leva-me a casa geleia e legumes e frangos e tudo o resto que não cabe em palavras)

Felicidade é ter um chocolate

08.03.16

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Tirei esta fotografia na manhã do dia em que chegaste da Polónia. Não foi de propósito que Auschwitz, cinzento, ficou atrás da imagem dos chocolates coloridos (e deliciosos*). Nem sequer liguei muito à coincidência.

Até hoje, dia em que vi este vídeo :) 

Gosto que digas que queres voltar para Cracóvia mas aflige-me que a dureza de Auschwitz te tenha toldado um bocadinho a juventude. Não queiras crescer crescer depressa demais.

 

* Os chocolates polacos são maravilhosos e sabem a bombocas.

:)

03.02.16

Meu rico menino, que vai salvar o ensino da matemática.

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 Rodeei todos porque os números não têm fim e esta tabuada também não 

um

01.01.16

Uma das melhores coisas de um bom template de blogue é a possibilidade de falcatruar datas de  edição (lembro-me de ser miúda e me descabelar com a imutabilidade das páginas dos diários).

Isto tudo porque enquanto escrevo não é dia 1 de janeiro.

#nãoquerosaberoblogueémeueescrevoquandomeapetecer

Season 2

10.12.15

Como diz a minha amiga Susana sobre o seu próprio blogue, não posso perder este registo. Eu também não posso perder este. Está aqui uma história maravilhosa e, acima de tudo, está aqui a minha alma.

Ontem fez-se luz em mim, a meio deste diálogo. A luz que eu precisava para me focar numa coisa tão importante como escrever.

 

Eu e ele no carro. Ele vinha da aula de coro e cantou uma canção de natal. Depois eu disse:

- Agora sou eu! Vou cantar uma canção de uns desenhos animados que davam quando eu era pequena.

E cantei o Marco (É num porto/italiano/...).

Parece-me que ele nunca tinha ouvido esta canção. Eu sou uma pessoa eloquente a cantar e fiz um dramalhão na parte do “vais-te embora mamã/não me deixes aqui!”. O miúdo estava quase a chorar, coitado.

Quando terminei a minha atuação, o silêncio. E depois:

- Tu vias esses episódios?

- Sim. Todos os dias!

- Vias televisão todos os dias?!

- Sim…

- Não tinhas tpc? Nem atividades?

- Hummm…. Não… Com a tua idade não tinha. E só tinha escola de manhã!

- Só de manhã??

- E NUNCA tive tpc na escola primária. Nem um dia.

- Esse episódio do Marco dava todos os dias?

- Dava.

- O Marco encontrou a mãe?

- Sim, no último episódio.

- E a segunda temporada, como foi?

 

(Babe, naquele tempo não havia segundas temporadas. As histórias tinham princípio e fim. É por isso que me lembro delas)

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© Rita Quintela
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