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Mãe-Galinha

Festa

Rita, 09.01.07
A miúda nasceu antes do tempo, coisa que acabou por vir a dar um jeitão. Entrou na escola com cinco anos e é o que nos tem valido. A isso e ao curriculo alternativo que a faz gostar de ler livros que eu lia com dez anos e saber a numeração romana, coisa que eu achava que já nem se ensinava nas escolas.

Fazer anos a vinte e dois de Dezembro implica que haja festas para lá dos reis. Este ano até calhou bem, foi mesmo no dia e, assim sendo, juntaram-se os reis uns aos outros. Esqueci-me de comprar um bolo-rei mas, em contrapartida, cozinhei um jantar para os resistentes. Segundo consta, estava de chorar por mais. Lombo de porco recheado com farinheira, arroz de passas e salada de inverno (milho, romãs, nozes, alface e rúcula). Marcharam pelo menos seis garrafas de vinho, nessa noite. É que depois de vinte e tal miúdos armados em donos do meu castelo desde as três da tarde, só mesmo comer e beber para esquecer.

Concurso de coroas ou meia hora de quase sossego






Alice deseperada ou "Ai! Já nem posso olhar para a comida!"


Banda de garagem ou o barulho longe de mim

(atentai nas vestes da benjamim...)

Quarenta e oito horas depois tenho ainda restos do cansaço acumulados nas pernas. O cansaço incomoda-me, claro, mas saber que a festa foi super-hiper-mega-ri-fixe é que interessa.
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© Rita Quintela
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