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Mãe-Galinha

Da verdadeira amizade (a cumplicidade da pastilha de mentol)

Rita, 19.10.11

Dois dias por semana, à hora de almoço, vou com a Carmo e com a L. (amiga, colega da escola, da harpa e filha de uma amiga), ao conservatório para praticarem.

Abri os cadernos e, em ambos, o mesmo recado da professora: "Não se pode trazer pastilhas para a aula"

- Vocês foram para a aula com pastilhas na boca??! (têm aula juntas)

- Nããããooooo - em coro afinado

- Então que recado é este?

- Estávamos a comer pão.

- O pão do lanche...

(ar suspeito, a Carmo corada, a L. a rir)

- A comer na sala? Porquê? Não tiveram tempo de comer antes?

A Carmo: - Era muito pão...

E a L. - Pão maçudo

E eu: - Hummmm...

Assinei o recado da Carmo, pedi a L. que em casa mostrasse o recado à mãe e deixei-as tocar.

Passado uns minutos, e porque as queria mesmo apanhar:

- Então e de que é que era a pastilha que estavam a mastigar?

- De mentol!

 

Blá, blá, que não se mente, nem se levam pastilhas para a aula e um enorme gozo com a inocência aos oito anos. Umas fôfas, estas duas.

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© Rita Quintela
IBSN 7-435-23517-5

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