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Mãe-Galinha

Feng Shui

Rita, 24.01.11

 

Admiti pela primeira vez o feng shui nesta altura. Foi-me sugerido em mais do que um comentário àquele desabafo.

Há uns meses, nem vacilei. E quando uma amiga jornalista me pediu que descrevesse a experiência, fi-lo em poucos minutos.

Agora estou aflita. Ontem desmontámos a cama de grades e virámos a criança ao contrário. Passou a dormir na "cama de baixo" da C*. Dormiu como nas outras noites (acordou às 6h com xixi até ás orelhas e já não voltou/voltámos a adormecer).

Se o recolocar na posição original, ficam de pés para a cabeça. A não ser que vire também a C... Ó céus, que complicação. Parece-me que é melhor esperar. Pode ser que se lhe tenham acalmado os fluidos energéticos.

  

"Ao quarto filho, achamos que já sabemos tudo, que os bebés não têm mistérios e que as dúvidas são as dos outros. No meu caso, não foi bem assim e com o Sebastião, aprendi a dar outro valor a muitos conceitos em relação aos quais admito uma certa resistência anterior.
Um deles foi o Feng Shui (os outros foram o Reiki, a fé, o poder do silêncio e toda a verdade sobre o cérebro masculino, materializada, nesta criança, na fixação por martelos e mamas).
 O facto é que o Sebastião não sabia dormir. Acordava de duas em duas horas, chorava, mamava, adormecia e acordava. Um mês, dois meses, cinco meses, seis meses, o meu regresso ao trabalho e o desespero da falta de sono. Até que alguém me disse - Muda-lhe a cama de sítio! Procura a orientação dele e vais ver que resulta. (Não sei quem foi, provavelmente um anónimo no blogue. Como este, recebi mil outros conselhos que passavam por ignorar o choro, lamber-lhe as mãos (?), acender velas de cheiro, entre outros)
Não sei porquê mas a ideia da posição da cama fez algum sentido até porque, em tempos, fiz acupuntura com um mestre japonês que me falou do assunto como a possível cura para o meu mal do stress.
Escrevi "Feng Shui" no google e li tudo sobre o assunto. Comprei uma bússola, fiz tal e qual o que recomendavam os preceitos e, até hoje, o meu homenzinho nunca mais acordou durante a noite. Tem dois anos e três meses." - Out 2010

 

* Sempre partilharam o quarto. Sim, são rapaz e rapariga. Sim, vão ficar traumatizados e é uma coisa horrível, coitadinhos, que promiscuidade.

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© Rita Quintela
IBSN 7-435-23517-5

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