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Mãe-Galinha

Haiti

Rita, 19.01.10

Eu não sabia onde era exactamente o Haiti, nem sabia que era um país muitíssimo pobre, nem sabia uma série de outras coisas. Agora sei, vi muitas imagens, desviei os olhos de muitas outras, comovi-me com tanto sofrimento e desesperei com os abusos das televisões.

Dei voltas às ideias de como ajudar - Roupa? Dinheiro? Comida? E enviar como? Para onde?

Vou seguindo o que se passa, congratulo-me com a diplomacia e arrependo-me dalguns rumos que dei à minha vida - sou uma pessoa solidária de mais para estar aqui sentada a ver o mundo pelos olhos dos outros. Sacudo as raivas com as mãos e tricoto, tricoto, tricoto até cair para o lado (literalmente). Não me tem apetecido mais nada. Daqui a nada (espero que um ou dois dias), vou poder sentir-me um bocadinho mais útil quando estiverem duas ou três coisas minhas no espaçoEtsy do projecto Craft Hope, ao qual me associo a partir de agora. O valor das vendas reverte integralmente para os Médicos Sem Fronteiras e será canalizado para os trabalhos no Haiti.

 

Relatos reais e sem o dramatismo bacoco que se vê/ouve por cá, no blogue da Mariana, uma portuguesa ao serviço da rádio das Nações Unidas, com FB aqui.

 

E uma adenda, que espero que seja lida pelas Marias:

Como agir em caso de sismo

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© Rita Quintela
IBSN 7-435-23517-5

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