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Mãe-Galinha

Felizes e lavadinhos

Rita, 17.12.09

Deve ter sido do embalo, e esta noite não se ouviu um choro, uma assoadela, um ronco. Nem a gata miou. Não senti o terramoto - palavra muito mais sonante e forte do que sismo, que a mim me soa a fístula, vá-se lá saber porquê - e ainda bem, que com os meus nervozinhos teria agarrado na criançada e fugido para debaixo da mesa (o filme que não seria...) Assim sendo, hoje estou quase sem assunto e por isso aderi ao grupo "Eu não senti o sismo de 2009 e isso aborrece-me" .

Sem passeios nocturnos pela casa, acordei sem os pés pequeninos enfiados nas costelas e nem remunguei quando o despertador zuniu. Ontem passei o serão a alinhavar (literalmente) presentes de natal, uns outros comprados on-line vão chegando pelo correio e as meninas do jumbo hão-de andar agora a cortar-me o bacalhau em lombos grosssos, se faz favor. Basta-me uma ida a duas (DUAS!!!) lojas para ter o natal aviado. Isso e as malas feitas (detesto fazer malas de Inverno e vou adiar até à última, que não sei bem quando será porque me falta saber das tolerâncias de ponto e afins. Não havendo eleições tão depressa, cheira-me a 24 e nada mais).

A festa da Inês-coisa-mais-linda-quase-a-fazer-dez-anos está tratada e os convites entregues, NÂO VAI SER EM CASA e não foi nada cara.

O carro está nojento, cheio de migalhas e de lenços com ranho mas já não está um frio de rachar pelo que se podem recomeçar os lanches de cabeça de fora. Vou, portanto, aspirar aquela porcaria toda e fazer deste dia feliz também um dia limpinho.

Também era bom que não chovesse para a roupa secar.

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© Rita Quintela
IBSN 7-435-23517-5

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