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Mãe-Galinha

Tchic-tchic-tchic

Rita, 18.03.09

Quando eu era pequena, havia sempre alguém por perto a tricotat. Quando eu era pequena, não havia computadores nem mais do que dois canais de televisão e só a partir do meio da tarde, nem  havia tanta pressa. Aprendi a tricotar antes de aprender a ler e tentei ensinar o mesmo, sem grande sucesso, às minhas filhas. 

 

A net deu um enorme impulso à tradição do tricot. Muita gente que nunca tinha pegado em agulhas, descobriu as vantagens de ver nascer das mãos cachecóis, gorros, camisolas, mantas, .... A mim, a net trouxe novidades, dicas, amigos e até uma loja.

 

Nunca entendi bem a relutância em tricotar/bordar/crochetar em público. Conheço inúmeras pessoas que apenas o fazem em casa e que são incapazes (mesmo) de o fazer em público. Uma vergonha, a vergonha.

 

Eu tricoto em todo o lado e, mesmo não sendo (nada) assídua, até faço parte dum grupo de tricot aqui de cima. Mas vou para sul e vai ser de alma, novelos, agulhas e coração que estarei em Lisboa, nos jardins do CCB no próximo dia 13 de Junho.

 

Europe

 

 

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© Rita Quintela
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