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Mãe-Galinha

pai natal, pai natal, dá-me uma boneca...*

Rita, 09.11.08

É o primeiro Natal em que lhe noto um entusiasmo exacerbado pela publicidade a brinquedos. Quando liga a televisão não é para ver desenhos animados. Procura qualquer canal que esteja, naquele momento, com publicidade.

Quero este e este e este e mais este e aquele.

Explico-lhe que não pode pedir tudo, que já escreveu e enviou a carta ao pai-natal. Se queres muito este ou aquele, eu escrevo ali num papelinho e pode ser que o pai-natal leia.

- mas só esses não...

(erro meu, com a história do papelinho)

 

Gosto que ainda viva a magia de acreditar no pai-natal mas é muito mais fácil lidar com o pragmatismo das mais velhas - as listas dos presentes mais caros (bicicleta/patins/vários livros) distribuídos pelas avós e madrinhas/padrinhos. Tudo murmurado para que a irmã não perceba - coitada... já viste se descobre que não há pai-natal nenhum?

 

* não faz mal, não faz mal, que seja careca

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© Rita Quintela
IBSN 7-435-23517-5

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