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Mãe-Galinha

Há nelas,

14.07.08

em cada uma delas, um tesouro que me comove.

Não sou de lhes gabar os feitos, de me orgulhar das boas notas, ou de suspirar por serem as mais bonitas do mundo.

 

Reconheço-lhes os esforços, claro. E comovo-me: Quando a Maria dança, quando a Inês toca flauta ou quando a Carmo se ultrapassa a ela própria para vencer a timidez.

 

Fim do ano lectivo.

 

 

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© Rita Quintela
IBSN 7-435-23517-5

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