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Mãe-Galinha

SÃO SIAMESAS

Rita, 01.04.05
mas têm que ser separadas. À força ou aos poucos mas tem que ser.
Foi grande a choradeira quando a Maria saíu do carro de mala aviada para ficar a dormir em casa da avó. As outras berraram baba e ranho.
A Maria é a mais velha, está de férias, não foi ao passeio ao zoo e portanto, foi contemplada com uma estadia ali ao lado. As outras seguem para casa, que o objectivo da estadia é que a Maria se sinta uma senhora e seja mimada qb.

Compensei-as com uma hora de brincadeira no jardim. Um fim de tarde quente, tão quente e uma relva verde e freca mesmo a pedir rebolões. Correram calçadas e descalças, vestidas e depois quase despidas, jogámos à bola e à apanhada.

Faltam bocados à relva, que estava muito vento nos dias da sementeira. Varreu-se a semente e temos carecas. "Boa!" Terá pensado a Carminho - é mesmo aqui que vou esgravatar.

Enfiei-as na banheira e a água ficou castanha.

À noite, deixei a Inês adormecer na minha cama; liguei à Maria:
- Jantei croquetes e fui ao parque!

Antes de me deitar, quando espreitei os sonos, sobrou-me um beijo.
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© Rita Quintela
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