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Mãe-Galinha

COMENTÁRIO AOS COMENTÁRIOS

13.01.05
O assunto é demasiado grave para que a minha resposta aos comentários fique na respectiva caixa.

Obrigada pela procupação, pelas palavras e pelas sugestões, nomeadamente à Catarina, que me dirigiu ao site da PJ e à Ana, que sabiamente me acalmou.



E ainda: Faço parte da Associação de Pais da escola. É uma Associoação altamente dinâmica e sem a qual a escola não teria nem metade do que tem - salas para todos os meninos, cantina, ginásio, iluminações no Natal, etc. As escolas primárias estão na dependência das Câmaras Municipais e não do Ministério da Educação pelo que só uma força semi-política, como uma Associação de Pais, consegue mobilizar a autarquia para as exigências de uma escola com 350 alunos. Felizmente, o presidente da Câmara tem-se mostardo disponível e dialogante mas, como é sabido, o buraco financeiro das autarquias é maior do que grande. Muito do que tem sido feito na escola tem sido à custa do esforço de pais e professores.



Estes assuntos, como o pesadelo real descrito, não são tratados por e-mail. Apenas me foi dado conhecimento por e-mail, tendo imediatamente sido agendado o caso para a reunião de hoje (que está marcada desde o dia 8 de Dezembro, feriado, data da últimas reunião). Acontece que a Associação reuniu com os representantes de turma (em cada turma existe um pai ou um mãe eleitos pelos restantes para que os represente, quer perante a escola, quer perante a comunidade), e explicou-lhes, no início do ano, que qualquer problema (pedagógico, social, comportamental, etc.) deveria, em primeiro lugar, ser tratado com os principais intervenientes. Depois, em caso de necessidade, deveria ser contactada a associação para que mediasse a questão.



Dado que a direcção da escola APARENTEMENTE não deu muita importância ao caso descrito, foi contactada a associação. Esta noite veremos o que mais pode ser feito.



A escola tem à porta um agente da polícia nas horas de entrada e saída. Fora desse horário, o portão está fechado e apenas pode ser aberto por uma funcionária. O episódio descrito aconteceu fora da escola, depois da hora de saída. Depois disso o homem foi visto a espreitar para dentro do recreio.



Acredito que o nada de mal tenha sido feito ás crianças e que os pesadelos referido por uma das mães estejam relacionados com o que foi transmitido á criança depois do episódio - homens maus, roubo de crianças, etc.



Finalmente, mesmo tendo em conta que as coisas más não acontecem só aos outros, redobrarei cuidados mas tentarei manter uma vida normal para as minhas filhas.
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© Rita Quintela
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