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Mãe-Galinha

Mais do mesmo

Rita, 06.03.08
Ainda a televisão e o infantário e agora, chamando os bois pelos nomes:

Mentiram-me e eu resignei-me.
A televisão não só não foi retirada como é cada vez mais utilizada.

A Carmo frequenta um infantário (creche + jardim-de-infância) da segurança social. O mesmo que as irmãs frequentaram. Foi a opção que nos foi apresentada quando viemos viver para Aveiro, algures num mês de Agosto e com quinze dias sem tempo para procurar escolas.
Apesar das instalações a cheirar a novo, era a escola que eu tinha frequentado e por isso, deixei que os laços emocionais funcionassem.
Fechei os olhos a uma série de coisas.
Por inércia minha, e por comodidade, digamos assim, nunca me deu para procurar outra escola.Por outro lado, sempre me encheram os ouvidos com os costumeiros
"nas outras escolas também é assim; ou pior...."

Há oito anos que alguns problemas se arrastam
a ementa que não varia
a televisão que não desaparece
a falta de formação dalguns funcionários
a inércia da segurança social para uma política de apoio às famílias.

Estalou-me o verniz outra vez, foi o que foi. E outra vez por causa da televisão:
- Mas porque é que esta televisão está sempre ligada?
- É só até ás nove! E eles nem estão a ver!
- Então porque é que está ligada?
- (silêncio)

Sem fundamentalismos, que eu cá acho que até há coisas boas na televisão.
mas hei-de vencê-los, nem que seja pelo cansaço.

Mais:
Outras mães que se preocupam com este assunto: aqui, aqui e aqui

Um post interessante sobre o tema as crianças e os perigos da televisão.
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© Rita Quintela
IBSN 7-435-23517-5

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