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Mãe-Galinha

AMIGDALITE - COMEÇOU A ÉPOCA!

11.10.04
Sábado, 8h da manha, trinta e oito e meio. Uma colherada de Brufen. Está pouco animada.

Saio para levar o carro á oficina. Aproveito o tempo em que os pneus são trocados e a direcçaõ alinhada para dar uma série de voltas no centro da cidade. Voltas adiadas devido à falta de tempo. Regresso a casa, a febre não desceu. Sem alternativa, pego nas mais velhas e rumo a uma quinta onde a Maria quer fazer a festa de anos. O tempo não ajuda. Chove. O espaço é agradável. Regressamos a casa. Agora vamos ver mobílias para a casa nova, já com o pai pronto e a Carminho a almoçar em casa da avó. A Inês está doente e nem sequer quer sair do carro. Almoçamos em casa da minha mãe enquanto a pequenita dorme a sesta. À tarde deixamos a Maria numa festa de anos e vamos coma as outras duas buscar os toalheiros para a casa nova. A Inês adormece no carro, cheia de febre. Volto para casa com ela. Banho, toalhas mollhadas, dor de garganta. Choro. Sono. Febre. Alta. Quarenta. Tento ver a garganta; está veremlha mas sem pontos brancos. Decido que não vale a pena correr para o médico. Erro. Noite em claro a vigiar febres, a controlar febres, a responder a perguntas desconexas, típicas da febre. A Inês, quando tem febre, é a valer!

Domingo, nove da manhã, vamos ao médico. Amigdalite. Antibiótico. Já. Ao fim de umas horas está mellhor. Esta noite já só teve um pico de febre. Está agora nos mimos da avó. Era o que precisava agora, nesta ressaca - de uns miminhos.
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© Rita Quintela
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