Segunda-feira, 1 de Junho de 2015
Uma outra voz

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Lembro-me perfeitamente do momento em que soube que a Gabriela tinha ganho o prémio Leya - Fim da tarde do dia 15 de Outubro de 2013, eu estava a conduzir e a ouvir rádio, enquanto preparava mentalmente a festa de anos da minha filha mais velha.

Retive “Gabriela Ruivo Trindade “ e “Prémio Leya” , mais nada.

Parei o carro e quis fazer backward. Era um rádio. Num rádio não se faz backward.

Gabriela?A Gabriela???

Chegar a casa. Abrir a web. Confirmar.

Que orgulho desmedido. Conheci a Gabriela por causa das palavras e agora a Gabriela ganha um prémio destes. É como se este prémio também fosse um bocadinho meu! Num minuto, tantos anos  – o mãe-galinha, o papu in London, as minhas miúdas pequenas e os filhos dela pequenos, a partida dela para Londres, a pais & filhos passada no scanner e enviada por mail (lembras-te?!). E agora isto – UM LIVRO. 

Depois o medo. Sempre este meu medo – nunca terei tempo suficiente para ler todos os livros. Nem para ir a todos os lugares. Quando é que vou conseguir ler o livro dela? (A vida é uma coisa muito ingrata, nisto do tempo).

Isto era Outubro, a primeira edição aconteceu em Abril, passou o verão, o outono e finalmente os presentes de natal. 

Comecei a ler na noite em que o recebi mas tive que parar e fazer um exercício de desprendimento. É que, em cada frase, eu lia a vida dela, às vezes lia a minha vida. A meio da primeira voz eu já era a Filomena e o Zé e a Lídia eram meus filhos. Respirei uns dias e depois li, de uma assentada. Nos entretantos, e como já vem sendo hábito, a Maria também leu e "Ó mãe, a sério que esta autora é tua amiga?!"

Um dia, há pouco tempo, assim do nada, um convite. Depois uma ideia, e mais outra e outra, tudo em catadupa.

E é assim que temos um programa em cheio, uma autora prémio leya a dormir em nossa casa e uns dias muito bem ocupados (a minha vida podia ser isto).

Para começar, no dia 4 de Junho às 21h30, na biblioteca municipal da Figueira da Foz, há um encontro de Prémios Leya 2011-2014 

Depois a Gabriela estará na feira do livro de Lisboa, durante o fim de semana.

Dia 8 de Junho às 16h uma aula aberta na escola Homem Cristo (organizada pela Maria)GRTHC.JPG

Dia 8 de Junho às 18h, uma conversa a várias vozes na livraria da Universidade de Aveiro

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 Dia 9 de Junho, às 18h, apresentação do livro no Instituto dos Vinhos do Douro e Porto 

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Com exceção do evento na escola Homem Cristo, reservado à comunidade escolar e famílias, os restantes encontros são de entrada livre. 

Assim que conseguir terminar o meu texto sobre o livro, que servirá de base à apresentação no Porto, publico aqui, para vos espicaçar ainda mais a curiosidade sobre a obra.



Rita às 17:59
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Quarta-feira, 27 de Maio de 2015
Filho fabulista e um elogio público

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Numa história premiada neste concurso

Ouvir aqui

(há coisas boas nas escolas públicas. A professora dele, por exemplo)



Rita às 15:33
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Sou pouco atreita a estes modernismos

"Mãe, vive com isso" - diz-me a minha filha mais velha perante o meu desespero.

O facto - o meu filho usa sandálias com meias. 

 

 

 

 



Rita às 15:27
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Sábado, 9 de Maio de 2015
sexta-feira

 

 

 

fim do dia  - ainda está sol - jardim - chão de tijoleira - caixa de giz

(não correr para o banho - não fazer tpc)

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 (mas despe-te aí fora e não me enchas a casa de pó que a tua irmã está cheia de asma)



Rita às 11:53
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Terça-feira, 28 de Abril de 2015
Eu podia ter dito "não quero saber mais nada". Mas não tive tempo.

Lembrei-me do que se segue porque ontem as minhas filhas me explicaram que agora os professores não podem verificar as máquinas de calcular dos alunos. 

(Um aparte - lembro-me de um exame que fiz, ainda no tempo em que as calculadoras eram vistas e revistas. A minha calculadora era preta. Não podia colocar nada na memória mas ninguém me impediu de escrever todas as formulas, a lápis de carvão, nas costas da máquina. Ninguém reparou).

Sigam os factos:

Pelos vistos já este mundo e o outro conheciam a técnica. Todos menos eu, que até me considero uma pessoa desenrascada, atuallizada e informada. 

Ou seja, o que a seguir se relata é capaz de não ter piada nenhuma nem ser grande novidade.

Os nomes e os locais foram omitidos. Não vá alguém conhecer alguém que conhece alguém.

(Disclaimer - Reconheço os riscos que corro em relatar este episódio ....)

São onze da noite, estou cansada, pego no cesto da roupa suja e desço as escadas.

Despejo a roupa no chão da lavandaria. Do cesto cai um telemóvel (que não reconheço). Ponho a máquina a lavar, subo as escadas e pergunto:

- de quem é este telemóvel?!

- (grunhidos)

- Não sabem?

- deve ser do (nome impercetível dito debaixo dos cobertores)

Entretanto a Carrmo abre os olhos e diz que deve ser do primo (que tinha cá estado em casa a passar o fim de semana)

Ligo à mãe do primo. Não é do primo.

No dia seguinte:

- Então de quem é o telemóvel??

- É da (nome que não posso escrever)

- Como assim? Porque é que o telemóvel da (nome que não posso escrever) estava no nosso cesto da roupa?

(A (nome que não posso escrever) é colega de escola de uma das pessoas cá de casa)

- Ah e tal porque deve ter caído do bolso das minhas calças 

- E porque é que tinhas o telemóvel da (nome que não posso escrever)?

- Porque ela me emprestou

- E já a avisaste que o tens? Coitada, deve estar aflita!

- Não. Relax, mãe

- Ok

À noite:

- Então, entregaste o telefone à (nome que não posso escrever)

- Já, já entreguei. Ela nem tinha dado pela falta

(?????)

Mais tarde encontrei a mãe da (nome que não posso escrever) 

- Olha lá! Tu sabes que o telefone da (nome que não posso escrever) foi parar ao meu cesto da roupa suja?

- Já ouvi dizer (sorriso malicioso)

Eu cada vez mais confusa

- Não era bem o telemóvel da (nome que não posso escrever) ... Ela emprestou esse à (nome de uma das minhas filhas) para deixar na caixa

- Na caixa? Qual caixa?

- Ai tu não sabes?

Nesse momento ocorreram-me perguntas em catadupa - Eu quero saber mais do que sei? Vou ser mais feliz se souber? Vale a pena saber toda a verdade? Mas já a mãe da (nome que não posso escrever) ia a meio do relato:

Em dias de teste, os telemóveis ficam à porta da sala de aula numa caixa. A técnica consiste em levar dois telefones e deixar um deles. É por isso que todos os miúdos têm com eles uma daqueles telefones velhos que já ninguém usa mas que ainda passam por poder ser usados.

E há os miúdos prevenidos e amigos dos seus amigos, como a (nome que não posso escrever), que leva sempre vários, não vá algum amigo esquecer-se.



Rita às 16:56
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Terça-feira, 14 de Abril de 2015
Eu, em cada migalha de cada fatia de pão

Uma só bebe leite meio gordo, simples, outra prefere leite magro, a outra só leite com chocolate, mas light, o miúdo bebe o leite da escola mas há aqui quatro pacotes porque durante duas semanas temos uma visita que também leva leite para a escola.

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Eram 23h30 quando tirei esta foto. É a hora a que começo a preparar os pequenos almoços, os lanches e as marmitas dos almoços. A essa hora ainda tinha uma panela de sopa ao lume, uma máquina de roupa a lavar (que já não estendi, acho que quinei de exaustão, entretanto), e um milhão e meio de meias para emparelhar.

De manhã fiz meia dúzia de sanduiches, uma com fiambre de peru e manteiga magra, outra de nutella mas em pão de mistura, mais uma só de queijo, e a de doce de tomate para parecer que estou a comer sangue, mãe (faltam duas. Não me lembro de que eram).

Com os iogurtes é a mesma saga - grego açucarado, líquido de morango mas só do lidl que os do PD são muito espessos, mais a mania dos sem lactose e dos bifidus . 

Hoje a visita perguntou porque é que ao pequeno almoço havia duas caixas de cereais iguais, mas de marca diferente - Ah! é que a Carmo só come estes da vaca e a Maria prefere estes do cão.

A relva precisa de ser cortada, tenho uma trepadeira a crescer para casa do vizinho, todos os dias enfio o carro na garagem de olhos fechados porque não consigo olhar para a desarrumação que para ali vai e enfim, dava-me jeito mais meia dúzia de horas em cada dia.

Se eu me podia poupar e fazer pão com manteiga para todos? Podia. Ou deixar tudo para eles fazerem? Também. Se já experimentei? Não. Se quero experimentar? Também não. E porquê? Porque é nestas pequenas coisas que está a graça disto tudo. 

E agora a parte lamechas:

Durante a semana sinto que estou pouco tempo com os meus filhos e e olho para estes dez ou vinte minutos de cada dia, em que separo leites, sanduiches e iogurtes como a minha forma de estar com eles o dia todo (a sério). Sei que provavelmente nenhum deles atribui grande importância ao facto de eu me preocupar com o gosto de cada um mas quase que aposto que, se lerem isto, vão passar a preparar o seu lanche porque não vão querer estar a comer e a sentir que a mãe está por ali a pairar em cada migalhinha do pão.


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Rita às 13:52
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Quarta-feira, 18 de Março de 2015
Eu é que sou a nova portuguese fashion blogger

Respeito muito as pessoas que gostam da primavera, que anseiam pela chegada do verão e que se entristecem no outono. 

Por mim, prefiro o inverno e os dias pequenos e frios mas, há sempre um mas, há algumas coisas que me alegram as pseudo depressões da chegada dos dias de sol – a conta de gás baixa drasticamente, a da luz também, os pés não estão sempre frios e há menos volume de roupa para lavar. No geral, as pessoas andam mais felizes – e lá porque eu não rejubilo com a chegada da primavera, não quer dizer que não me sinta feliz com a felicidade dos outros.

Quando a La Redoute me propôs escrever este texto, eu já tinha visto a nova coleção criança. Encantaram-me as cores e os padrões e por um momento - um pequeno momento :), suspirei por bebés, laçarotes, folhos outras coisas fofinhas.  Com um rapaz de quase sete, e três raparigas adolescentes,  resta-me a noite de natal e o domingo de páscoa para ainda querer, poder e mandar (estas três palavras querem dizer “sugerir um roupa apresentável”).

Nos dias de sol, gosto de  meninas vestidas com folhos e rapazes com calções que não escondam joelhos esfolados. (A roupa, no inverno, é pesadona e mais triste). Gosto mais de chapéus do que de gorros, gostos de muitas cores, de pés descalços! (As meias…. Esse drama infinito de meses e meses de inverno. Lavar meias. Estender meias. Apanhar meias. Emparelhar meias. Refletir no mistério das meias desaparecidas. Arrumar meias. O calor coloca menos meias em circulação!)

Aceitei este desafio porque , e isto não é um cliché, a La Redoute tem sido uma amiga cá de casa. A maior parte das peças passam dos mais velhos para os mais novos sem quase se notar o uso. Há peças que há mais de dez anos vestem os meus filhos – as camisolas interiores,  as t-shirts básicas, os pijamas e algumas sweats que agora o Sebastião usa, já foram usadas pelas três irmãs.

Apesar de a ele lhe chegar muita roupa usada, e por ser o único rapaz, também é o que tem mais vezes roupa nova e só dele. Elas já partilham quase tudo, entre elas e comigo, se bem que muitas vezes eu não seja tida nem achada na partilha forçada das minhas coisas. (E isto tem dado azo a algumas considerações acerca das liberdades democráticas que vão surgindo na ditadura doméstica a que presido).

Adiante.

A coleção de criança da La Redoute é absolutamente deliciosa e esta campanha, com descontos até 40%, é muito tentadora!

Divirtam-se com os meus looks preferidos.

Mostrar joelhos (não esfolados) com muito estilo: 

Desfazer  o mito de que “nunca há nada giro para rapazes”:

Ter saudades das meninas com laços e fitas:

 (Leggings e túnica, porque usar roupas fofinhas não quer dizer usar roupas complicadas)

 

 Saber qual é a menina a quem apetece vestir este casaco:

O detalhe do laço atrás:

E no fim, recuar no tempo, com este modelo lindo e intemporal, perfeito para as noites mais frescas:

 

 (este post é patrocinado)



Rita às 16:45
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Tens mesmo a certeza que o tempo está a passar à velocidade da luz

Quando são os teus filhos MAIS NOVOS que ajudam a fazer o jantar e a por a mesa.

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Rita às 11:43
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A resposta da Rita

 Não é a resposta da Rita. É a GENIAL resposta da Rita.

Lançada em 2013? Onde é que eu tenho estado desde dezembro de 2013?

(Que a descoberta tardia desta música me faça perceber que ando a deixar passar coisas demasiado importantes)



Rita às 11:25
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I no 10º sem ter ainda encontrado bem o seu caminho, mas sempre com bom humor

- Recebeste o teste de matemática?

- mãe...

- sim?

Sinto-a colocar a mão no meu ombro e respirar fundo. Depois (sempre a sorrir):

- Sabes mãe, o que interessa é ter saúde.

(nem me lembro que nota teve, isto já foi há uns meses)

 



Rita às 10:33
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Estudo do meio

- Hoje tive estudo do meio antes de matemática e de língua portuguesa!!!

- E então?

- Então a professora enganou-se

- Como assim?

- O estudo do meio é no meio, certo?

 

(há uma miúda cá de casa que fez quatro anos de ensino básico com esta convicção e nós só descobrimos muito depois)



Rita às 10:27
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Sábado, 17 de Janeiro de 2015
Correr

Comecei a correr para me superar. Não preciso de emagrecer, tenho alguma flexibilidade, não tenho uma vida sedentária e nem sequer tenho muito tempo livre (para não dizer que não tenho nenhum).

Nos últimos dois anos toda a gente começou a correr e um dia, ao assistir a uma prova, vi várias pessoas muito mais velhas do que eu a cortar a meta com ar de quem acabou de tomar um café. Se elas conseguiam, porque é que eu não haveria de conseguir? Não gosto muito fazer desporto com outras pessoas - detesto zumba, aulas de aeróbica e afins (mas já gostei). De vez em quando costumo nadar à hora de almoço mas sinto-me um peixe num aquário, a fazer piscinas para a frente e para trás. Talvez correr fosse uma boa ideia (isto porque para mim é essencial praticar alguma atividade física) .

No segundo ou terceiro dia das férias do verão passado, calcei uns ténis, peguei nos fones e comecei a andar. Ao fim de dois quilómetros, decidi correr.  Corri trezentos metros e fiquei com falta de ar. Estava de férias, com o meu marido a treinar para a meia maratona e numa casa com muita gente que me via sair para correr. Isto foi decisivo para não desistir. No segundo dia corri um quilómetro. No terceiro, mil e quinhentos metros. E por aí fora. Cheguei ao fim do mês de agosto a correr oito quilómetros sem me cansar. Agora corro duas ou três vezes por semana, às vezes menos, às vezes mais. Não tenho um plano de treinos nem dias fixos ou distâncias predefinidas mas pelos menos vinte km por semana é um princípio. Corro quando posso, mesmo que ás vezes não me apeteça. Ao fim de dois minutos a correr, já só ouço o meu coração e as minhas passadas. Correr ajuda-me a ouvir-me a mim própria. Também ouço musica quando corro - ouço uma rádio que as minhas filhas ouvem sempre e que tem uma playlist bestial para a corrida - por um lado as músicas são, falta-me o termo, ritmadas (?), por outro, são tão más que quanto mais depressa cumprir o tempo ou distância que defini para aquele treino, menos tempo tenho que gramar com aquilo. 

Gostava de conseguir correr de manhã, antes de ir trabalhar. Mas não consigo, é uma coisa física - o meu marido consegue comer um iogurte e uma maçã e corre antes do pequeno almoço. Eu sou incapaz. Pequeno almoço, segundo pequeno almoço e café. Depois, sempre um iogurte no aquecimento. Não sei se é saudável ou não, se faz mal ou bem. Nem quero saber - funciona comigo. A minha melhor hora é o antes do almoço (mas com os tais dois pequenos-almoços) ou o antes do jantar. No verão é difícil correr antes do almoço (por causa do calor) e no inverno é difícil correr antes do jantar (porque está escuro e porque antes do jantar é o período do dia mais atribulado da gestão das pessoinhas).

Em 2015 gostava de conseguir terminar uma meia-maratona.


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Rita às 22:29
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Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2015
Sem nenhuma ordem em particular, isto é o que eu vou fazer no próximo ano

Viajar

Ler

Escrever

Correr

Tricotar

Cozinhar

Cantar

Organizar

Poupar

 

(com a família, com os amigos e, ás vezes, sozinha)

 

Não são resoluções, são mesmo vontades que vou concretizar. 

Registo-as aqui para que mas cobrem.

 

 

 



Rita às 15:48
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Terça-feira, 2 de Setembro de 2014
11 e 43

Hoje ainda é dia 2 de setembro e a C faz 11 anos. Agora mesmo. Às 23h50.

Daqui a poucos minutos será dia 3 e eu farei 43.

Acreditando no que dizem as estrelas, os cometas, os planetas e todas os corpos do universo que nos juntaram nesta diferença de minutos, temos pela frente mostrar ao mundo que afinal, o caos não existe. Para nós a vida faz-se de ordem e progresso. 

E, já nem me lembrava, de muito mau feitio. Juntas, em dia não, pomos qualquer terrorista num chinelo.

Agora vou ali fazer uma lista das coisas de que vamos precisar para a festa. Ela já fez a dela, claro. Num ficheirinho excel.

 

Love you, pricesa-foca-sereia!


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Rita às 23:43
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Segunda-feira, 28 de Julho de 2014
Eis como, em poucos segundos, cai por terra uma adivinha tão simples

Recebeu, entre outras coisas, um livro de adivinhas no qual consta a tradicional:

"Estão 3 pássaros numa árvore. Chega um caçador e, com um tiro, mata um. Quantos ficam?"

- Dois!

Verifica nas soluções e lê: "Nenhum. Os outros fugiram com o barulho"

(silêncio)

- Isto está errado mãe. Fica um, o que morreu.



Rita às 17:36
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