Sexta-feira, 4 de Abril de 2014
M22/94

Coisas que os teus irmãos continuam a fazer na tua ausência.

(campeonatos de contagem de amoras dos iogurtes auchan)



Rita às 15:42
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M21/94

Deixar de comer chocolates à noite.

 

 

E comer esta compota às colheradas.

(Carla Alves, a alimentar a minha gula desde o início do século)



Rita às 15:15
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Sábado, 29 de Março de 2014
M20/94 - um aparte

Eu gosto da La Redoute

Aproveito muitas vezes as promoções e não me costumo arrepender. A maior parte das peças de roupa que sobrevivem ao fim de quatro crianças (ou mais! , se entretanto passaram pelos primos) são desta marca. E isto chega para me motivar.

Perguntam-me se não me atrapalho com os tamanhos, como compro sem ver, sem experimentar. O guia de tamanhos é muito completo e a descrição dos materiais não deixa para margem para dúvidas. (O guia é  tão completo e com tantas medidas que o utilizo muitas vezes  para costurar peças a olho).

Esta campanha é uma delícia. Os miúdos, as cores, os modelos e, sobretudo os preços. É uma pena que termine já na segunda-feira. Mas outras virão, de certeza. Se há coisa boa na La Redoute são as promoções que se sucedem, os códigos de desconto e às vezes os portes gratuitos.

Já agora, o código para receber grátis uma das toalhas Disney é o 8300.

E porque estas cores e estes sorrisos alegram qualquer dia mais cinzento, eis os meus preferidos da nova coleção:

 

 

 

 

 



Rita às 18:53
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Quarta-feira, 12 de Março de 2014
M19/94

12 de Março - dois meses.

As gavetas do teu quarto estão todas desarrumadas. Ontem até fugi, para não gritar, quando procurei uns collants para a Carminho.

Nem te falo das prateleiras do armário...

Tenho gerido bem as saudades emocionais. Tenho saudades, claro, imensas, mas sei que estares aí é uma oportunidade única de crescimento e aprendizagem. Calculo que vivas esta reta final com um sentimento duplo - a pressa do regresso e a vontade de ficar (falta menos de um mês e daqui a 13 dias tens aí a Marta). Aproveita bem (e o conselho do costume - tem juízo).

As saudades não só só as da alma. Eu também tenho saudades práticas. Saudades da tua ordem - as gavetas imaculadamente arrumadas (por cores!) as toalhas sempre no sítio, a mesa posta com preceito, as mantas do sofá dobradas. E a ordem emocional - falta-me o teu tem calma, mãe*

para por água na fervura nos dias menos bons. 

Entretanto, a primavera está a chegar. Por muito chuvoso que tenha sido o inverno, estes primeiros dias de calor dão cabo de mim. E isso também não é nada bom para as saudades.

 

(Já escrevi tanto sobre os males da primavera)

 

 

* A Inês vai tentando o calma flor, ou o senta aqui jovem mas nessas alturas só me dá é vontade de rir. Rir é uma forma de acalmar, acho.



Rita às 18:30
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M18/94

Maria João by Maria João

 

Gosto muito do trabalho da Maria João, admiro-lhe a força e já devia ter partilhado este link há muito tempo.

 

No trabalho da MJoão gosto particularmente de sentir a expressão dos rostos sem aquela ligação emocional que acontece quando a família fotografa a família (não sou fotografa, não sei explicar melhor). Mesmo as fotos da filha dela parecem quase sempre depojadas de cordão umbilical (isto é um elogio).

Devem existir centenas de fotografias vossas tiradas pela MJoão. Da Inês em maior quantidade, de certeza. Aquela relação com a MM fala muito alto e é muito bom quando os amigos dos filhos nos trazem a nós estas empatias. 

 

https://www.behance.net/MJGala



Rita às 13:10
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Segunda-feira, 3 de Março de 2014
M17/94

Nunca me hei-de esquecer do dia em que fui chamada à tua escola por ter escrito este post.

Por muito que o momento me tivesse marcado, mas porque não quis dar importância a quem a não merecia, não escrevi sobre esse facto.

Mas hoje é o dia.

Em resumo, um diretor de turma, revendo-se na possibilidade da proposta de demissão por incumprimento, convocou-me para uma reunião. (Em bom português, enfiou o barrete e serviu-lhe à justa).

Sem saber do motivo da convocatória, angustiei-me um bocadinho e lá fui.

Eis senão quando a pessoa em causa começa a manifestar o seu desagarado pelo que escrevi, que nem sabia que eu tinha um blogue mas que alguém lhe foi dizer que eu tinha escrito isto e aquilo, que se eu não gostava do diretor de turma o problema era meu e mais uma série de disparates. (- E quem é que lhe falou no MEU blogue onde EU escrevo o que EU quero? - Ah! Isso não lhe digo... - Aqui tive a certeza da surrealidade do momento) 

Só me ocorreu:

- nunca, mas nunca mais me chame à escola para tratar de assuntos que não são da escola. 

Cheguei a casa e disse-te (lembro-me tão bem): "Tinhas razão. Demissão por incumprimento e já"

 

Lembrei-me deste episódio porque continuamos com problemas com aquela pessoa que já te deu aulas e que agora dá aulas a uma das tuas irmãs.

(Repara no esforço que estou a fazer desde o início deste texto para não utilizar o género no sujeito)

Eu até tinha a pessoa em boa conta. Tu gostavas dela, dizias que ensinava bem, não me lembro de nada digno de registo (parece-me até que eu era representante dos pais da turma e não me lembro de haver questões com aquelas disciplinas).

Passaram alguns anos, os programas mudaram, a pessoa envelheceu. E coitada, não está nada bem. 

Compara a tua irmã contigo (a tua irmã Maria era muito melhor do que tu), não escreve sumários, não permite que os miúdos coloquem dúvidas, aplica testes com matéria que não deu - deduzo que os testes sejam feitos pelo grupo da disciplina - , entre outras coisas. 

E o que é que se faz numa situação destas (quando se sabe da dificuldade de afastar um professor de uma turma)? Muda-se a miúda de turma, claro! O problema é que a miúda está no ensino articulado e só há uma turma desse regime. 

Vamos a meio do ano e a situação não melhora. Ontem recebi um email que resume uma sessão de CT. Talvez esteja a cometer um desvio na proteção de dados ao transcrever excertos dessa mensagem mas o benefício da partilha será, de certeza, maior do que o risco. Este excerto, com sublinhados meus, demonsta, por meio de um exemplo que, infelizmente, nos afeta, um bocadinho do que se passa nas escolas públicas:

 

"(...) Quanto à disciplina de (...) apresentámos (os representantes dos pais) a preocupação de não se realizar trabalho experimental e, também, dos alunos sentirem que não têm oportunidade de participar e colocar dúvidas. (O professor) explicou que existem dificuldades em realizar experiências em sala de aula devido ao grande número de alunos, diminuição de tempo lectivo da disciplina e ausência de um segundo professor; afirma que os alunos foram esclarecidos que não podem colocar muitas dúvidas porque estão atrasados na matéria a lecionar.  Solicitámos (os representantes dos pais) que fossem realizados registos escritos das matérias lecionadas porque isso ajudaria os alunos e os pais/encarregados de educação a compreender o que é mais importante. (O professor) afirma que se recusa a fazer resumos da matéria, que a matéria está no livro (...) 

Quanto à disciplina de (...) expressámos a preocupação dos alunos dizerem que apenas alguns participam e que se sentem pouco seguros em participar. (O professor) respondeu que (...)  não tem tempo para que todos participem porque tem que dar a matéria.

(O mesmo professor) referiu que muitas vezes os alunos não fazem os TPC. A DT inquiriu se registava isso nas cadernetas para os pais saberem e estarem alerta. Respondeu que não tem tempo para estar sempre a fazer registos na caderneta (porque tem que dar a matéria)."

 

O que é que se faz com isto? (não tenho respostas, estou cansada e apetece-me resignar à evidência)

 

Felizmente há os outros. Os que nos/vos fazem acreditar que a escola vale a pena. Os que sabem ensinar motivando, os que fazem da escola a vossa segunda casa, os que vos ensinam a voar. São poucos, mas valem mais do que todos os outros.



Rita às 10:31
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M16/94

 

Não dei pelo mês de Fevereiro passar. (E pensei que seria o mês em que mais me custaria a tua ausência)

Aconteceu tudo muito intensamente e muito depressa - vivemos os últimos tempo dentro do lago. Foram muitos dias e horas de ensaios, muitos nervos, muito cansaço. 

 

Às vezes não sei como, tão pequenos, aguentam estes ritmos. Não me refiro ao ritmo do fim de semana do espetáculo, esse até eu aguento, com tanta adrenalina! Falo do ritmo da vida do dia a dia - escola, conservatório, ballet, ballet, ballet. Casa, estudar, treinar, dormir, recomeçar. A culpa, se calhar, é um bocadinho minha que nunca me calei (nem calarei) com o "nada se consegue sem esforço" e que fomento a mente sã em corpo são. Não estranhamente, as notas da Inês ressentiram-se neste último mês e meio - dançou muito. Não estranhamente, as da Carmo melhoraram bastante - estudou muito mais. E está muito mais segura e feliz. A mudança ajudou. Durante as muitas horas em vi os teus irmãos em cima do palco, tive tempo de recordar as nossas angústias do verão passado quando foi preciso pensar em mudar de escola. E afinal foi tão fácil - vi-os aos três tão seguros e tão felizes que parecia que tinham dançado ali desde sempre. 

(Como te tens sentido, sem dançar?)



Rita às 09:21
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Quinta-feira, 20 de Fevereiro de 2014
M15/94

(foto da tia Gui) 

 

Deves-te lembrar do sucesso que foi este sapo no natal. Um brinquedo tão simples e tão barato mas tão cheio de conceitos felizes, como tão bem disse a tia Gui - magia, acreditar, saber esperar.

As meninas da família foram as felizes contempladas com este presente de 3€ (!) que encontrei em aveiro, na Fábrica da Ciência (comprei outros presentes igualmente baratos e extraordinários, graças à paciência da Sofia que me ajudou nas escolhas).

O Sebastião andava desde o natal a pedir um. Mas eu esquecia-me, ou não tinha tempo, ou ia fora do horário, ou qualquer outra coisa. Acabei por comprar dois - um para casa e outro para a escola dele. É tal o sucesso que me parece ser minha obrigação partilhar isto. Por este preço vi muitos, muitos sorrisos.



Rita às 20:24
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Sábado, 8 de Fevereiro de 2014
M14/94

A encomenda que te enviei no dia 24 de Janeiro continua desaparecida. Como precisavas das luvas e do carregador do telemóvel, enviei em correio azul internacional e garantiram-me que em três dias úteis estaria no destino. Nem três, nem treze, nem vinte e três. Tenho o registo do envio e, através do track and trace, sabemos que saiu de Lisboa. Nada mais.

Já fiz uma reclamação formal à qual me responderam dizendo: "informamos que estamos a aguardar resposta à averiguação que efetuámos a administração postal de destino e que a mesma ainda se encontra dentro do prazo estipulado para o efeito (60 dias)" .

Sessenta dias???? WTF??? Quem é que inventou este prazo? Sessenta dias para encontrar uma encomenda? Está-se mesmo a ver que antes disso já tu regressaste.

 Além das luvas e do carregador, também mandei um pacote de bolachas de chocolate (só hoje é que reparei que são "recheadas de alegria") e o livro de que te esqueceste. Nunca te perguntei como tens gerido os livros que lês aí. Se calhar não tens lido. O que é estranho, porque dizes que aí tens muito mais tempo livre. Ou será que lês romances em italiano?

Lembras-te do verão de 2012? Em que partlhámos os livros nos 15 dias de Ericeira? Que horror.... Agora é que incorporo que na altura só tinhas 13 anos e que te dei para as mãos a Ciociara (passo a publicidade ao alfarrabista que linco, apesar do preço merecer a compra!) e o Teresa Raquin. (Pergunto-me agora se estas partihas, destes e de outros livros, não terão inflenciado o teu percurso escolar).

Há um filme baseado na Ciociara. Pode ver on line aqui.

E pelo menos três, baseado no Teresa - Este é o mais recente.

Lembrei-me destes livros porque a Ciociara decorre em Itália. 

Este desvio de conversa para te dizer que não sei onde pára a A Rapariga que Sonhava com Uma Lata de Gasolina e Um Fósforo. (Gostaste do primero volume?) E Sónia, serás sempre a nossa guia literária :)

Um aparte - No domingo acabei de ler o símbolo perdido e DETESTEI (só acabei de ler porque estava curiosa com o fim da história). Na segunda-feira comecei este - bem dizias que é extraordinário. Não durmo em condições há 3 noites porque não consigo parar de ler. Ainda por cima tenho tido sonhos estranhos e repetitivos (eu sugada por formas gelatinosas, debaixo de água*). O inferno será melhor?

  

* Fiquei muito relutante quando a Carla me pôs este nas mãos - "Leva! É giro! Vais gostar!" - As melhores amigas têm obrigação de saber estas coisas mas o resumo da contracapa fez-me levar sem determinação. Erro. Livro extraordinário. Mas lá está, ao fim de um ano continuo com pesadelos. 



Rita às 11:34
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Quinta-feira, 6 de Fevereiro de 2014
M13/94

É oficial. O teu irmão sabe ler e eu já vi este filme uma vez.

(Até hoje a tua irmã diz que a estrutura da escola pública é desadequada para os interesses dela. Disse-o em pequenês aos 5 anos, quando foi "obrigada" a sentar-se numa sala onde, exceto ela, ninguém sabia ler. Disse-o aos 9, com silêncios, quando foi atirada aos bichos numa escola de 2º e 3º ciclo Aos 11 disse-o muito alto, com atitudes estranhas; foi quando toda as amigas da turma já não eram meninas pequenas porque eram quase um ano mais velhas, nessa idade complicada na qual ou dás o"o salto" ou ficas para trás. E diz agora, aos 14, com aquelas palavras ali de cima). 

Também faz cálculos extraordinários mas o mais engraçado é quando faz fichas para ele próprio. Esta, por acaso, fui eu que fiz para ele, ao fim de mais de meia hora de birra porque não tinha trabalhos de casa. Eu já o avisei que, um dia, estas birras serão amargamente engolidas mas a esperteza dele não chega ao ponto de discernir o alcance das minhas palavras. Fez as contas, recortou a folha e chegou-se à minha beira: "Mãe! Há muitas contas que podem dar o mesmo número!". Como se vê, há números que nem sequer desenha bem e isso, vá lá, sempre me descansa um bocado. Sempre pode aprender a desenhá-los no primeiro ano.

Eu sou uma pessoa como as outras e acabo por achar uma certa graça a estas conquistas. Mas este não é o meu momento de baba. 

   



Rita às 18:32
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Domingo, 26 de Janeiro de 2014
M12/94 (Il buono, il brutto, il cattivo)

10 anos de Mãe-Galinha. 

A nossa vida em mil novecentos e vinte e um posts.

 

O bom:

Refletir, partilhar, escrever, reler.

 

O mau:

Expor.

 

O vilão:

Invejar (-me a vida, a frontalidade, a persistência)

 


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Rita às 14:45
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Sexta-feira, 24 de Janeiro de 2014
M11/94 (um aparte)

Eu não conheço a Rebeca, mas tenho uma filha que toca harpa. Sei quanto custa uma harpa, sei o quanto é preciso estudar, conheço-lhe a paixão pela música. Sei o que custam os sonhos destes miúdos artistas que quase vivem num mundo à parte, reconheço-lhes os sacrifícios, as horas e horas de treino e de estudo. Sei do que abdicam por amor à musica (e à dança, também no nosso caso).

Reconheço também um estado que mal apoia estas currículos, que ajuda zero na aquisição de um instrumento, ou de uns sapatos de pontas, ou de uma caixa de tinta. Acredito que o sonho da Rebeca está para lá das fronteiras deste país e espero que um dia a Rebeca regresse cheia de música.

Eu cá estarei para a ouvir, e sonho com o dia em que a cultura seja um direito adquirido, gratuito e universal.

Para ajudar a Rebeca a comprar uma harpa, clicar aqui.



Rita às 14:10
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Quinta-feira, 23 de Janeiro de 2014
M10/94

Noutro dia a Inês disse-me que gostava de viver no centro da cidade.

Eu percebo-a e às vezes também gostava. Mas tinha que ser assim numa casa grande, com muito espaço exterior, com o silêncio que só há na nossa casa e com vizinhos como os nossos.

 

Eu gostava de conseguir cultivar melhor as relações com os vizinhos.

 

(Já se imaginaram a viver num apartamento? A gramar com o barulho dos outros e a fazer os outros aguentar o nosso barulho? Flautas e harpas e clarinetes e sabe-se lá que mais, e  correrias e gritos e televisões aos berros e pés zangados a subir escadas).

 

Aqui há espaço, há terra, há hortas e animais, e há estes gestos que não têm preço - chegar a casa, já de noite* e ter no muro do jardim um cabaz da horta dos vizinhos. (Obrigada Liliana e Pedro)

* Mas em Janeiro uma hora por inteiro e, quem bem olhar, hora e meia há-de achar.



Rita às 17:21
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Terça-feira, 21 de Janeiro de 2014
M9/94

Tirei esta duas fotografias no mesmo dia. Foi no Domingo e só quando as editei é que dei conta das semelhanças das cores e das formas.

De um lado, a Carmo e os caracóis. Quarenta e cinco minutos de uma luta desigual entre mim, o cabelo liso dela, o ferro de enrolar e o secador. 

Há meses que me pedia para lhe encaracolar o cabelo. Há meses que eu adiava com desculpas de falta de tempo. Há meses que me culpabilizava por quase nunca ter tempo para ela. Ora aí estão uns caracóis quase perfeitos, num dia de sol com o tal vento que permitiu que esta fotografia valha muito mais do que o resultado real. 

(No auge do meu desespero por não conseguir mais do que umas pontas para fora, lembrei-me desta técnica que não experimentei nesse dia - não desisti da minha luta -  mas que tenho que experimentar. Se calhar em mim (!), que também sempre quis caracóis)

 

Do outro lado, as pétalas enroladas dos jacintos. É incrível como os vi, literalmente, crescer. Quando cá chegaram eram uns rebentos quase imberbes. Vieram de presente de ano novo, à hora do lanche do dia 1 e, pelos vistos, gostaram da janela da cozinha. Tenho muito orgulho na forma como a relação entre a nossa família e a da Zé cresce e toma forma, devagar, como se nos conhecessemos desde sempre e para sempre, sem pressas nem atropelos (como ás vezes acontece com amizades relâmpago que chegam e nos absorvem e  partem e não deixam quase nada).

 

Notas importantes: A relva precisa de sern cortada. Os canteiros estão cheios de ervas daninhas. A trepadeira está a crescer para cima do telhado do vizinho.



Rita às 17:08
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Segunda-feira, 20 de Janeiro de 2014
M8/94

Eu sempre disse que há um mundo por descobrir nesse universo que são as gafanhas

Os velhinhos séniores do Centro Comunitário da Gafanha do Carmo recriaram este vídeo, da Miley Cyrus, desta maneira (notícia aqui, com declarações dos participantes). 

Eu quero ir para um lar assim.

 

(e assim se anima o que se diz ser o dia mais triste do ano)


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Rita às 12:21
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